domingo, 25 de março de 2012

Equipe: Criatividade e Sinergia


Equipe: Criatividade e Sinergia

"Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos." (George Kneller)

Ao arquitetar o Ser humano; Deus nos deu alguns “presentes”, a consciência, a autoconsciência, o livre arbítrio e a criatividade. 
 Costumam dizer por ai que, tudo que é de graça é caro; talvez por este motivo a maioria das pessoas muitas vezes não dão valor a algo importante, como estes quatro dons. O valor é reconhecido somente quando custa muito para se conseguir e ou quando se perde.

Criar e buscar por algo novo, pode ser um desafio para nós, mas fomos desenhados para fazê-lo com naturalidade, somos por definição seres criativos.  Uma boa ideia pode surgir de qualquer um em qualquer lugar e a qualquer momento. Precisamos estar dispostos e abertos para que a criatividade brote.  Estimular a diversidade é um bom caminho. Ter uma equipe multidisciplinar ou pessoas da mesma área, mas que pensem de forma diferente de nós, pode ser algo muito estimulante. Precisamos apenas ter coragem para ouvir algo divergente. No entanto, é muito mais comum, cercar-se de “iguais” (eles pensam como nós e dizem o que queremos ouvir).

Para se chegar a inovação poderíamos dizer que a primeira regra é não ter regras. Naturalmente queremos achar a solução, o risco é de nos fecharmos e impedirmos que ideias de fora nos ajudem a construir algo ainda melhor. Precisamos pensar de forma livre e sem entraves. Como disse o artista Luke Sullivan: “Ponha a cabeça para funcionar, recomece a todo instante e enfrente o problema sob ângulos inteiramente diferentes, não fareje sempre o mesmo hidrante. Percorra a vizinhança.”


Abrir-se para o novo não é sinal de incapacidade ou fraqueza, é preciso confiar em si mesmo e em sua equipe para buscar novos caminhos. Diz um ditado: “Duas cabeças pensam melhor do que uma”; juntos podemos muito mais do que separados, essa é a essência da sinergia.

Entre “as mais, mais” da sinergia e da criatividade estão:

1.     Descubra e compartilhe interesses comuns;
2.     Seja receptivo a novas ideias;
3.     Valorize as opiniões, quer concorde com elas ou não;
4.     Procure respeitar a diversidade;
5.     Busque equilíbrio a todo instante e em qualquer lugar;
6.     Construa um ambiente de confiança;
7.     Procure não julgar;
8.     Se sua mente começar a flutuar vá atrás dela;
9.     Seja o primeiro a ouvir e o último a  falar;
10. Deixe o ranço do pré-conceito bem longe;

Qual foi a última vez que você ouviu uma opinião contraria a sua e aceitou de bom grado? Você respeita a diversidade? Consegue sinceramente valorizar a opinião alheia?

Boa reflexão!

quinta-feira, 22 de março de 2012

A coisa está ruim, pode ficar pior?


A coisa está ruim, pode ficar pior?

Algumas pessoas são pessimistas por natureza, vivem de cara amarrada, reclamam de tudo, só veem problemas e dificuldade em tudo e em todos. Talvez você já tenha conhecido alguém assim.

Esta estória  mostra como o pensamento pessimista pode influenciar nossas ações:
Um velho está na fila do ônibus; atrás dele, há um jovem, que diz:
- Dá licença, o senhor tem fogo?
O velho responde, um tanto zangado:
- Não, não tenho!
O jovem pensa: "Não precisa morder" e consegue o isqueiro com outra pessoa. Alguns minutos depois, o próprio velho acende um cigarro! O jovem que está atrás dele diz, então:
- Ei, por que o senhor me disse que não tinha fogo se tem um isqueiro?
O velho diz:
-       Veja, se eu tivesse lhe emprestado o isqueiro, você e eu talvez tivéssemos começado a conversar. E, se tivéssemos começado a conversar, provavelmente acabaríamos nos sentando juntos no ônibus. E, se tivéssemos sentados juntos no ônibus, acabaríamos conversando. Você me parece um bom rapaz, e eu provavelmente teria simpatizado muito com você. E poderia tê-lo convidado para descer no meu ponto e ir jantar lá em casa. E, se você fosse jantar lá em casa, provavelmente teria conhecido minha filha. E, se tivesse conhecido minha filha, provavelmente teria saído com ela. E, se tivesse saído com ela, quem sabe, uma coisa leva a outra, você poderia ter acabado se casando com ela, e eu não quero que ela se case com um cara que não tem dinheiro nem para comprar um isqueiro!

Alguns comportamentos podem ser mudados, ao olhar tudo com olhos pessimistas esquecemos como a vida pode nos presentar com experiências importantes.
Li certa vez, a melhor definição de pessimismo que já vi ou ouvi, em um livreto que meu tio carregava consigo: “ O pessimista é aquele que se sente mal quando está bem, com medo de sentir-se pior, quando estiver melhor”.

Como você está se sentindo hoje? Como você percebe a vida? Diante dos desafios qual é a sua atitude? Você vive amaldiçoando a sorte?

Boa reflexão!

terça-feira, 20 de março de 2012

Qual é a Minha Estratégia?


Qual é a Minha Estratégia?


Para se conquistar um desejo é necessário ter uma visão muito clara do objetivo e um plano de ação detalhado. A maioria das pessoas sonham, mas apenas uma minoria planeja detalhadamente como realizar seu desejo.

Um plano estratégico pode ser um modo pelo qual você desenhe um caminho, para chegar a um determinado fim.

Sun Tzu foi o estrategista que no século IV a.C., ele escreveu um tratado denominado “A Arte da Guerra” que abordava de forma abrangente as estratégias militares. Segundo Sun Tzu, a formulação de uma estratégia deve respeitar quatro princípios fundamentais:

1. Princípio da Escolha do Local de Batalha: O ambiente em que você está inserido.

2. Princípio da Concentração das Forças: Que recursos você terá à disposição.

3. Princípio do Ataque: Quais são suas forças e vantagens? E que ações pretende executar?

4. Princípio das Forças Diretas e Indiretas: Seu plano “B” caso as coisas não ocorram conforme o esperado.

Quando desenhamos um plano, precisamos estar dispostos a cumprir  todas as etapas planejadas. O nível de detalhamento irá impactar diretamente no resultado, o que significa que um plano genérico pode não identificar uma série de tarefas importantes, ainda que corriqueiras e comprometer o resultado final.

Um dos fatores que impedem um bom planejamento é a ansiedade. Alguns projetos são iniciados com uma visão pouco clara dos resultados desejados e dos obstáculos possíveis. Nestes casos as chances de erro aumentam consideravelmente. Portanto, ao iniciar um plano tenha em mente as dicas abaixo:

1.     Desenhar com a maior clareza possível seu objetivo.

2.     Avaliar qual será o maior fator de restrição (Qualidade, tempo ou dinheiro);

3.     Responder: O que meu objetivo significa? Como pretendo alcança-lo? Quando atingirei o resultado?

4.     Identificar quais atividades precisarão ser executadas;

5.     Dividir se necessário atividades em tarefas até que não possam ser dividas;

6.     Passar pelo crivo S.M.A.R.T*;

7.     Verificar sua verba disponível;

8.     Partir para a ação;

9.     Avaliar de tempos em tempos, para corrigir o que for necessário;

Você costuma planejar? Quando planeja, consegue cumprir seu plano? Qual foi a última vez que você planejou algo de forma detalhada? Como se saiu?

*(S = especifico, M = mensurável, A = atingível, R = relevante, T = temporal)

Boa reflexão!

domingo, 18 de março de 2012

A Gestão do Conhecimento


A Gestão do Conhecimento

Todo o conhecimento humano começou com intuições, passou daí aos conceitos e terminou com ideias.  – Emanuel Kant

A gestão do conhecimento, segundo Chiavenato e Sapiro é o processo sistemático de buscar, selecionar, organizar, destilar e apresentar informação no intuito de melhorar a compreensão de um funcionário em uma área especifica de interesse.
Esta definição cabe em nossa realidade diária nos mais diferentes campos. 

Construímos o conhecimento através das relações no dia a dia, ao compartilhar nossas experiências e ao ouvir e refletir sobre as experiências alheias.
Ao combinar nossos experimentos aos experimentos de outros, criamos as bases para construir algo de valor. 

Nosso cérebro cria padrões e os compara a novos padrões que nos são apresentados constantemente.  Um processo possível para a construção do conhecimento pode se identificado por esta frase de Lao Tsé:“Para ganhar conhecimento, adicione coisas todos os dias. Para ganhar sabedoria, elimine coisas todos os dias.”

Como o conhecimento muda a todo instante, e é construído e reconstruído na mente humana; talvez o  maior desafio na construção do conhecimento pode ser comprovado pela afirmação de John Maynard Keynes: “A maior dificuldade não está em persuadir as pessoas a aceitar coisas novas, mas em persuadi-las a abandonar as antigas”.

A base do aprendizado em uma organização está em sua cultura ( seus valores, nos relacionamentos, na participação e envolvimento de todos ), todos os canais de comunicação precisam ser utilizados afim de que todos possam saber, compreender e compartilhar o mesmo propósito.  A informação precisará ser compartilhada de forma acessível e democrática e a liderança deverá difundi-la a exaustão, podendo utilizar os canais internos (intranet, reuniões, folhetos, jornais etc. ) e externos ( treinamentos, conferencias, mídias sociais entre outros). Segundo Benjamin Franklin: “Os investimentos em conhecimento geram os melhores dividendos.”

Você tem buscado consistentemente por aprimoramento? O que você sabe sobre os principais assuntos de seu interesse? O que entre eles você conhece de fato? O que você ainda não sabe mas gostaria de descobrir?

Boa reflexão!



sábado, 17 de março de 2012

Sou desorganizado e dai?


Sou desorganizado e dai?

Nem todos somos igualmente organizados.  E isto parece ser um desafio para alguns, pois muitas vezes buscamos impor nossas crenças e comportamentos, partimos do pressuposto que a “nossa maneira” é a mais correta.

Para alguém que procura ter tudo na mais perfeita ordem, o individuo desorganizado, mesmo que seja o ser amado, torna-se com o passar do tempo motivo de irritação e de algum incomodo.  Você já deve ter ouvido aquela famosa frase: “ Minha bagunça está organizada” ou talvez “ Não arrume minha bagunça, caso contrário eu não acharei nada”.  Pode parecer engraçado, mas não se pode dizer que porque alguém tem uma mesa, quarto ou casa aparentemente em caos, ela não tenha um sistema que lhe permita gerenciar seus pertences ou informação, ainda que  aparentemente desorganizado, pode funcionar para ela quando tiver que  encontrar o que necessita.

A especialista em organização Julie Morgenstern em seu livro: “ Organizing from the Inside Out” , discute alguns pontos de vista sobre o individuo desorganizado.

Primeiro nos chama a atenção para o fato de que talvez, a pessoa desorganizada não veja a bagunça com os mesmos olhos que você vê.  Segundo, que talvez a bagunça tenha um função psicológica, como o medo de perder a criatividade ou sentir-se bem em meio a bagunça; e por fim, talvez essa pessoa não seja desorganizada, tenha apenas uma organização diferente da sua.

O professor Dr. Lothar J. Seiwert, sugere que as pessoas com dominância direita de seu cérebro são tipicamente desorganizadas e sempre haverá alguém pedindo que se organize melhor; chamou-os de “ gerenciadores policrônicos de tempo”.      No entanto, se a pessoa tiver dominância do lado esquerdo do cérebro terá um certo senso de organização e preferirá trabalhar em um ambiente arrumado; chamou-os de “ gerenciadores monocrômicos do tempo”.  Como existem muitas diferenças entre as pessoas, sugiro que se você convive com alguém muito diferente de você, em vez de deixar-se irritar, procure por complementariedade,  aceite as diferenças e busque somar em vez de dividir.

De qualquer maneira aqui vão dicas, para lidar com “alguém muito diferente de você”, no quesito organização:

1.     Aceite – ame-o e vá atrás da pessoa recolhendo a bagunça, minha esposa pode confirmar a experiência..., acho que ela gosta muito de mim!
2.     Compartilhe o espaço – aprenda a viver com a pessoa e reconheça o estilo diferente do seu, em nosso escritório propositalmente as mesas são de vidro e sem gavetas, o motivo foi o de forçar ter tudo nos devidos lugares;
3.     Ajude a pessoa – ajude-o a encontrar um sistema, se ela assim o desejar;
4.     Não procure estabelecer planos ou objetivos para o outro - a pessoa não seguirá e, quanto mais você tentar, ficará sempre pior;
5.     Ceda se for necessário - ceder não é sinal de fraqueza;
6.     Evite o perfeccionismo – a busca pela perfeição pode render  a famosa procrastinação;
7.     Seja paciente - você será o maior beneficiado.

Sócrates escreveu: “ Somente a dose determina se alguma coisa é veneno ou remédio”.

Você já procurou olhar pelo “prisma” alheio?  De 0 a 10 qual a sua escala de paciência com a pessoa “alvo”?  Já pensou que você pode ser a solução?

Boa reflexão!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Falta de Foco ou Desafios de Atenção?


Falta de Foco ou Desafios de Atenção?

Uma pesquisa feita por David Meyer, chefe do departamento do Cérebro, Cognição e Ação da Universidade de Michigam  em 2001; revelou que, quando as pessoas passavam para frente e para trás entre dois problemas diferentes, levavam 25% mais tempo para concluí-los do que quando realizavam tarefas sequenciadas, uma de cada vez.

No ambiente de trabalho somos exigidos cada vez mais, existe uma possibilidade real de também alternarmos nossa atenção entre mais de um desafio por vez. Alguns outros estudos, assim como o mencionado acima, mostram que, naturalmente o que não está diante dos olhos pode ser esquecido. Nosso desafio é, o que podemos fazer para manter o foco em determinada tarefa a maior parte do tempo e sendo possível, até sua conclusão.

Eu diria que, uma das coisas mais importantes é definir o peso de cada desafio, tarefa ou ação. Priorizar a melhor maneira, senão a principal, para que você possa saber por onde começar e por que deverá ir até o fim para executar.

 A próxima ação importante é a de avaliar o que será necessário para sua execução em termos de tempo e recursos (informações, ferramentas, pessoas etc.). 

Em seguida precisará negociar consigo mesmo, buscando disciplinar sua atenção e, com todos os demais à sua volta, procurar minimizar ao máximo as distrações.  Negociar as interrupções, será um dos maiores desafios que você enfrentará, pois como somos seres sociáveis; estamos sempre prontos a dar atenção, mesmo que seja por um curto espaço de tempo. A maioria de nós prefere estar em grupos, neste caso não ser interrompido é praticamente impossível; sem contar com os avisos de novos e-mails, telefones sobre a mesa, celulares etc.
O escritor Fernando Sabino, escreveu que a interrupção era uma das “3 certezas” com que iremos nos deparar; da seguinte maneira:

“De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!”

Sendo assim, ficam aqui “3 questões” para sua reflexão :

Quando começo algo vou até o fim?
Quando me envolvo em uma tarefa consigo gerenciar as interrupções?
Perco o foco com facilidade?
Boa reflexão!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Você tem sonhado?

Alguns dos principais desafios da realização de um sonho, podem estar relacionados a 05 fatores:

01. Ter um, "Porque?"

Sem um bom motivo para atingir um determinado resultado, ao primeiro sinal de problemas, é fácil desanimar ou encontrar desculpas para não ir adiante.
...
02. Definir uma data para sua execução.

Começar algo, muitas vezes é mais fácil do que terminar. Criar comprometimento pode levá-lo a sobrepujar o desânimo, ter uma data ajuda neste quesito além de inconscientemente motivá-lo.

03. Exclarecer a si mesmo o motivo que o levará ao resultado.

Um sonho pode nascer de muitos motivos. Precisamos saber o que de fato importa para chegarmos lá.

04. Incluir no seu planejamento diário (tarefas do dia a dia), o que será preciso fazer para alcançar seu objetivo.

É da natureza humana, deixar pra "amanhã" tarefas que exijam algum esforço, portanto, precisamos planejar e incluir no planejamento as ações necessárias para sua execução.

05. Permanecer focado.

Somos facilmente distraidos. Descobrir os gatilhos que cerciam nossa atenção, poderá nos ajudar a evitá-los e voltar ao foco.
 
Você tem sonhado? Você costuma correr atras de seus sonhos? Qual foi o último sonho que você realizou?

Boa reflexão!